Quantas “thots” existem nesse mundo abandonado pelo esperma?! Juro por Deus, acabei de dar uma olhada em pelo menos dez sites diferentes com a palavra “thots” no domínio. Esse aqui se chama Thots.tv, e você consegue adivinhar o que ele apresenta? Isso mesmo… “thots”! O que são essas “thots”? O que essa palavra significa? Sério… a internet vem discutindo o significado dessa palavra há anos! Tem gente que diz que significa “aquela vadia ali”. Outros dizem que são “vadias sedentas por aí”. E tem ainda o outro lado do espectro, que não dá um significado LITERAL à palavra. Eles simplesmente definem uma “thot” como uma mulher sexualmente promíscua. Seja lá o que for uma “thot”… eu não ligo! Só sei que, se a palavra “thot” estiver envolvida, então tem uns vídeos pornôs que valem a pena eu gozar. Não é isso que importa?
Deixa eu me contradizer por um segundo. Eu digo que não ligo, mas meu cérebro imediatamente começa a se debruçar sobre o assunto mesmo assim, porque não consigo assistir a tantos vídeos de “thots” sem me perguntar como uma mulher se torna uma. Tipo, será que ela acorda um dia, se espreguiça, olha pro celular e decide que vai transar com o máximo de caras possível e vender as filmagens? O que rola naquele cérebro engraçadinho? Não quero nenhum ensaio feminista. Nem aquela legenda de empoderamento. Quero só um clique safadinho. A manhã em que ela passa de garota normal para o tipo de garota que estou prestes a me masturbar vendo no Thots.tv. Eu a imagino na cama, ainda parecendo meio inocente, igual aquelas garotas do OnlyFans que tiram só fotos no quarto. Aí, algo na cabeça dela fica obsceno e prático ao mesmo tempo. Ela olha pra própria bunda no espelho e pensa: hmm… isso poderia pagar o aluguel. E isso vira um plano de negócios forjado pelas calcinhas molhadas dela.
Agradável de Navegar
O Thots.tv aproveita essas calcinhas molhadas. É por isso que eles têm um site inteiro dedicado a isso, com seções para tudo. Quando você entra no site, chega à página inicial, que mostra os vídeos que estão sendo assistidos. Sabe como é… as garotas que estão fazendo sucesso com o público. Mas também tem a seção “Vídeos”, onde você pode filtrar os clipes por duração (com um controle deslizante), mais recentes, mais vistos, mais bem avaliados, mais longos e até um menu suspenso para filtrar por data. Muito legal mesmo. Eu gosto disso. Facilita muito a jornada do coomer. Depois, tem os Álbuns, onde você encontra fotos da Sophie Rain, CursedAthena, Ivy.Vix e muitas outras garotas que você conhece e adora. Depois, há as categorias que segmentam essas garotas por YouTubers, vadias de cosplay, e-girls e as categorias padrão, como creampie, nudez, o que for. E se você for realmente pervertido, pode clicar na seção “Modelos” e acessar o catálogo inteiro dessas garotas safadas. Hannah Jo, Limochidoll, YourSmallDoll e mais de cem páginas de modelos prontas para você devorar. Ou, se não quiser se dar ao trabalho, você sempre pode usar a ferramenta de busca integrada e procurar o seu conteúdo dessa forma.
Eu rolo a tela por essas “Modelos”, vadias de cosplay, centenas de páginas de garotas safadas… e meu cérebro fica voltando sempre a um nome: Belle Delphine. Eu sei, eu sei. Ela sumiu da internet sem deixar rastros. Um dia ela estava em toda parte — cabelo rosa, ahegao, água do banho da GamerGirl, todo aquele circo — e então simplesmente evaporou quando se cansou de dominar uma geração inteira de fãs obcecados. Mas ela foi a primeira “vagabunda digital” de verdade. Aquela que abriu caminho para que essas vadias pudessem seguir! Antes de Sophie Rain lançar álbuns. Antes de CursedAthena. Antes de todas as garotas deste site descobrirem que uma peruca, uma luz de anel e a disposição para se exibir podiam gerar dinheiro. Belle fez isso primeiro, e fez de um jeito mais esquisito. Isso me faz relembrar… Eu ficava sentado ali como um idiota, atualizando a página dela no OF. Eu esperava cada conteúdo safadíssimo ser lançado e comprava na hora. Não tenho vergonha de dizer isso em voz alta! Sou louco pela Belle! Caramba, ela conseguiu fazer um ménage com a Mia Malkova. E vou te dizer uma coisa: eu pagaria uma fortuna pra transar com a Belle e a Mia num ménage… pensa nisso.
As sucessoras das “thots”
E é claro que tem um videozinho da Belle Delphine no Thots.tv. E é claro que eu assisti agora, só pra dar uma sacudida na nostalgia. Mas já falei da Belle um milhão de vezes antes, então vamos dar uma chance pra essas novas “thots” brilharem. Então, quem são essas novas sensações? Bem, tem a Sara Underwood totalmente nua, posando como se a provocação fosse o objetivo principal. Depois, tem a Lexi Marvel de joelhos em lingerie vermelha, com o celular na mão, se exibindo no espelho com a bunda para cima. É claro que não podemos esquecer da SweetieFox em um cosplay completo de duendinha, cabelo ruivo, pernas abertas, provando por que ela é a nova sensação mais quente do pornô. Depois, você rola a tela mais para baixo e a Natalie Roush está fazendo um desfile de topless, de calcinha preta, o que deve manter essa clássica provocação rolando. Certamente, isso não seria um festival de garotas provocantes sem a Angela White e a Kazumi em um clipe de ménage à trois, com as bocas ocupadas — o tipo de vídeo que você clica porque já conhece esses nomes e não quer se dar ao trabalho de explorar. O mesmo vale para Shaiden Rogue com um vibrador e um pau no mesmo quadro… Você já entendeu a ideia. Se tem uma garota provocante rebolando na frente das câmeras, ela está aqui.
Mas olha só, tenho essa pergunta se repetindo na minha cabeça durante tudo isso: cadê os “thots” masculinos? Quero ver “thots” masculinos! Será que isso existe mesmo, ou a gente só chama eles de “playas” e finge que é um esporte diferente? Porque olha só essa lista. Sara, Lexi, SweetieFox, Natalie, Angela... Uma indústria inteira de mulheres que acordaram, decidiram que seus buracos eram conteúdo e construíram uma marca em torno de serem usadas na câmera. Enquanto isso, um homem faz a mesma coisa e, de repente, ele é um criador de conteúdo, um touro, um garanhão, um “playas”… que maneira estranha pra caralho de colocar isso! O que eu quero é a versão masculina da Belle Delphine! Algum idiota com cabelo tingido, uma luz de anel e um pau que ele vende como se fosse água de banho. Me mostre o cara que posta uma foto no espelho de cueca justa, se inclina para a câmera com aquele mesmo olhar sedento e pergunta se você gosta mais dele assim. Por que o termo “thot” é reservado para as garotas, enquanto os homens que transam na frente das câmeras podem se esconder atrás de uma linguagem de “playboy”, como se estivessem fazendo diplomacia com seus paus? Isso é tão injusto! Deixem os homens serem “thots”!
Rogue Coomer
Uma última coisa para fechar o negócio é a assinatura VIP que o Thots.tv oferece. Veja bem, assistir a esses vídeos é uma coisa. Você só precisa aguentar um anúncio de cinco segundos, e o vídeo inteiro é reproduzido para você. Mas e se você quiser baixá-los? Aí você tem que pagar. Só que, hum… quando tento me inscrever na assinatura VIP, nada acontece. Fico clicando naquele botão de inscrição VIP, e a página não muda. Não me redireciona para lugar nenhum. Fica lá parado como se fosse uma decoração de Natal. Então… acho que não vai rolar VIP pra gente, né? Vamos ter que assistir essa porcaria online.
Por mim, tudo bem. De qualquer jeito, não quero ser um “coomer” VIP. Só quero ser um “coomer” comum. Não quero um botão de inscrição quebrado parado ali como uma plaquetinha dourada que eu deveria adorar. Só um cara que goza sempre que tem vontade de gozar. Essa é toda a filosofia. Acordo com o pau duro, abro uma aba, aguento o anúncio de cinco segundos como um camponês com pulso, coloco a mão no meu pau e gozo. Ser VIP é um trabalho. Ser VIP é um lembrete no calendário. Ser VIP sou eu, todo lubrificado, a um movimento de gozar, e de repente esperado para me tornar um cliente com um ciclo de cobrança. Foda-se isso! Não curto compromisso, nem mesmo compromisso financeiro. Jurei que sempre serei um ruivinho esporádico, gozando pela internet, e é isso que vou ser. Esse é o sentido da liberdade, querida!